Romance de 1940, de autoria da sueca Karin Boye, ?Kalocaína? descreve uma sociedade indefinida no espaço e no tempo. Destaca-se no enredo o Estado Mundial e a divisão deste em cidades designadas pelas especialidades de seus moradores: cidades químicas, cidades dos calçados, as cidades têxteis, etc. Porém uma sombra paira sobre esta sociedade tida como perfeita: um grupo indefinido de homens e mulheres que, contra a lei, se encontram reincidentemente provocando temor e suspeitas dos ditos cidadãos fiéis ao Estado Mundial.
 
Além deste mistério, um outro se interpõe a tranqüilidade das autoridades locais, a existência de um Estado vizinho, com o qual o Estado Mundial vive em guerra permanente. Nesta sociedade sem classes, não existem pobres, nem ricos. Olhos e ouvidos eletrônicos da polícia vigiam o interior de cada apartamento, mesmo à noite, através de raios infravermelhos. No metrô e nas ruas, cartazes advertem: ?Ninguém pode estar seguro! Quem está a seu lado pode ser um subversivo!? Nesta atmosfera já asfixiante, Leo Kall, cientista da Cidade Química nº 4 ? que acredita no Estado Mundial e em seus princípios ? descobre a droga sonhada por todos os profissionais de informação: a kalocaína. Com apenas uma dose, sem tortura alguma, todo indivíduo que tenha idéias associais confessa alegremente e sem reservas sua culpa.


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