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III Diário do Intervencionismo

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Quando você acha que já inventaram de tudo no que tange a regulação do governo sobre produtos alimentícios, eles conseguem nos surpreender. Dessa vez sobrou para os vinhos, que serão obrigador a ter um selo que só será impresso pela casa da moeda. Seja bem vindo à era das gerrafas feias. 

Segue abaixo a notícia, que parece ter sido escrita por alguém desse site.

Essa é a novidade de 2011, todos os vinhos comercializados no país devem ostentar um Selo Fiscal, impresso pela Casa da Moeda e distribuído pela Receita Federal. Mas o que muda para o consumidor? Nem vou tentar responder, farei melhor, vou lançar outra pergunta: Precisamos de um selo fiscal nos vinhos? Não, definitivamente não precisamos. Nesse país burocrático e engessado chamado Brasil, precisamos simplificar as coisas, não complicar. Esse argumento, por si só, já me impede de tentar vislumbrar qualquer benefício nessa iniciativa ultrapassada, bem ao gosto de um Estado controlador, ineficiente e de ideias ultrapassadas. No caso do selo fiscal dos vinhos, temos que agradecer as entidades que batalharam arduamente para esse belíssimo selo que irá ornamentar nossas preciosas garrafas de vinho. Graças a IBRAVIN, UVIBRA, OCB, CNA, FIEMG, ACAVITS, EMBRAPA, ABE, AGAVI, MDA, ANEV, FECOVINHO e SINDIVINHO de Jundiaí, toda vez que eu for abrir uma garrafa de vinho, vou lembrar da mão pesada do Estado revirando os meus bolsos. Pelo menos para isso o selo servirá, para não nos deixar esquecer como somos roubados, pagando os mais altos impostos do mundo. Viva os digníssimos produtores dessas entidades pela valorosa contribuição a raquitização do país. Quem foram os gênios da semiótica que definiram que os selos seriam da cor verde para os nacionais e vermelhos para os importados? Pois bem, é com se diz, se uma imagem vale mais do que mil palavras, então é sinal verde para os nacionais e vermelho para os importados!

Para ler o restante da matéria, acesse aqui.