Publicado em 20 de agosto de 2014 | por Michael Munger

Por que grupos de interesse são tão poderosos dentro do estado?

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Por que grupos de interesse organizados como a National Rifle Association obtém influência tão poderosa em discussões políticas? De acordo com o professor Mike Munger, a razão é simples. Na política, grupos pequenos, mas organizados, ganham.

As vezes, política é mais complicado do que simplesmente ter uma maioria de eleitores ao seu lado. O professor Munger explica os três fatores principais que podem permitir que um pequeno grupo de interesse suceda em implementar uma política que seja possivelmente oposta por uma grupo maior (mas desorganizado). Primeiro, os membros do grupo de interesse recebem benefícios individuais com o sucesso do grupo, o que os encoraja a agir. Segundo, grupos menores acharão mais fácil superar o problema da carona, dado que a contribuição de cada membro é mais visível. Por último, grupos de interesse frequentemente oferecem incentivos seletivos que recompensam as pessoas que apoiam sua causa.

Esse conceito econômico aplica-se à questões muito além de direitos de portadores armas. Grupos de interesse que vão de ambientalistas a lobistas corporativos (em especial no casos de “rent-seeking”) entendem que o professor Munger está correto quando diz que “em Washington, política significa concentrar e direcionar poder”.

Transcrição e tradução de Matheus Moraes Trinks
Revisão e sincronização de Ivanildo Terceiro

Original

Portal Libertarianismo: “Evoluindo Ideias e Indivíduos.”
www.libertarianismo.org


Sobre o autor

Michael Munger

Michael Munger é um economista, cientista político, ex-candidato americano a governador da carolina do norte e ex-presidente do departamento de ciência política na Duke University , onde ele continua a ensinar a ciência política, a política pública e economia. Um escritor prolífico, ja publicou papers na "American Political Science Review", "American Political Science Review", "American Journal of Political Science", e no "Journal of Politics", além de ser autor do livro "Analyzing Policy: Choices, Conflicts, and Practices" que é agora um padrão de trabalho no campo da análise política.



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