No Brasil, a ideologia dominante, o intervencionismo, que tem impedido o nosso país de ser uma nação livre e desenvolvida, é sustentada - ainda que por razoes e com intensidades diferentes - pelos socialistas que idolatram o Estado; pelos empresários poderosos que não querem correr o risco do mercado; pelos conservadores que se opoem a mudanças; pelos militares que combatem o comunismo, mas estatizam a economia; pelos sociais-deocratas que são liberais em política e socialistas em economia; pelos políticos populistas que usam o Estado para dar consequencia a sua demagogia; pelos burocratas das estatais, que não querem perder suas vantagens e suas mordomias; pelos religiosos e por todos aqueles, enfim, que, sensíveis as necessidades dos mais carentes, defendem de alguma forma o Estado provedor, sem perceber que esse não é o meio adequado para minorar o infortúnio dos mais pobres.

O liberalismo se insurge contra essa ideologia dominante, contra os que a sustentam. Liberalismo é liberdade política e liberdade econômica; é a ausência de privilégios; é igualdade perante a lei; é resonsabilidade individual; é cooperação entre estranhos; é comeptição empreendedora; é mudança permanente; é a revolução pacífica que poderá transformar o Brasil no país rico e próspero que inegavelmente pode vir a ser.


Anarquia Cotidiana

Stefan Molyneux

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As Engrenagens da Liberdade

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Teoria do Caos

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Vícios não são crimes

Lysander Spooner

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