?Capitalismo? um termo depreciativo cunhado pelos socialistas no meio do século XIX. É um termo impróprio para ?individualismo econômico?, o qual Adam Smith anteriormente tinha chamado de ?o sistema obvio e simples da liberdade natural?. A premissa básica do individualismo econômico é que a busca do que interessa ao individuo e o direito de propriedade privada são moralmente defensáveis e legalmente legitimas. Seu principal corolário é que o estado existe para proteger direitos individuais. Sujeitos a certas restrições, indivíduos(sozinhos ou com outros) são livres para decidir aonde investir, o que produzir e vender e os preços cobrados. Não há nenhum limite natural para o alcance de seus esforços em termos de ativos, vendas e lucros; ou ao número de consumidores, empregados e investidores; ou se eles irão operar no mercado local, regional, nacional ou internacional.

O surgimento do capitalismo é algumas vezes erroneamente ligado a ética de trabalho puritana. O sociólogo alemão Max Weber, escrevendo em 1903, afirmou que o catalisador do capitalismo estava na Inglaterra do século XVII, aonde membros de uma seita religiosa, os Puritanos, sob a influência da doutrina da predestinação, de João Calvino, canalizaram as energias no trabalho duro, no reinvestimento e na vida modesta e depois levaram essas atitudes a Nova Inglaterra. A tese de Weber falha, entretanto. As mesmas atitudes com respeito ao trabalho e a poupança foram exibidas pelos judeus e japoneses, e o sistema de valores de nenhum dos dois contém componentes calvinistas. Além disso, a Escócia no século XVII era simultaneamente calvinista ortodoxa e economicamente estagnada.

Uma explicação melhor para o esforço puritano é que por se recusarem a jurar fidelidade a Igreja da Inglaterra, eles foram impedidos de praticar atividades e profissões que de outra forma eles poderiam praticar ? a propriedade da terra, o direito, o serviço militar ou civil, universidades ? e então se concentraram nos negócios e no comércio. Um padrão similar de exclusão ou ostracismo explica porque os Judeus e outras raças e minorias religiosas em outros países e em séculos posteriores tenderam a se concentrar em empresas de varejo e em empréstimos de dinheiro.

Na Inglaterra do inicio do século XIX, a face mais visível do capitalismo era a indústria têxtil que contratava crianças e mulheres. Críticos (Richard Oastler e Robert Southey, entre outros) denunciavam os donos das fábricas como exploradores sem coração e descreviam as condições de trabalho ? muitas horas, salários baixos e uma rotina monótona ? como se fossem sem precedentes. Acreditando que a pobreza era novidade, e não meramente mais visível nas vilas e nas cidades, os críticos comparavam os novos tempos de formas desfavorável em relação aos séculos anteriores. As reivindicações deles do aumento da miséria, entretanto, eram baseadas na ignorância de quão miserável a vida era anteriormente. Antes das crianças começarem a ganhar dinheiro trabalhando nas fábricas, elas eram enviadas para viverem em asilos paroquiais; ou para serem aprendizes de empregados domésticos não remunerados; ou eram alugadas para trabalhos agrícolas exaustivos; ou se tornavam mendigos, vagabundos, ladrões ou prostitutas. Os ?velho bons dias? pré-capitalismo simplesmente nunca existiram.

Apesar disso, por volta das décadas de 20 e 30 do século XIX, o espectro crescente do trabalho infantil e as ?Sombrias fábricas satânicas? (frase memorável do poeta William Baker) gerou oposição verbal a esse exemplos de auto-interesse e busca por lucros desenfreados. Alguns críticos exortaram por leis de regulação das horas de trabalho e dos salários, educação compulsória e idade mínima para os trabalhadores. Outros ofereciam alternativas mais radicais. Os mais ferozes eram os socialistas, que visavam acabar com o individualismo, o nome que precedeu o rótulo capitalismo.

Os teóricos socialistas repudiavam os principais princípios do individualismo: que os indivíduos possuem direitos inalienáveis, que o governo não deve restringir os indivíduos de buscarem a própria felicidade e que a atividade econômica não deve ser regulada pelo governo. Ao invés disso, eles proclamavam um concepção orgânica da sociedade. Esses teóricos ressaltavam ideias como a fraternidade, a comunidade, a solidariedade social e estabeleceram planos detalhados para colônias modelo utópicas aonde os valores coletivistas seriam estabelecidos.

A curta duração de vida dessas sociedades utopias agiram como um freio ao apelo do socialismo. Mas as fileiras socialistas incharam após Karl Marx oferecer uma versão nova e cientifica do socialismo, proclamando que ele havia descoberto as leias da história e que o socialismo iria, inevitavelmente, substituir o capitalismo. Além de fazer promessas arrebatadoras, de que o socialismo iria criar igualdade econômica, erradicar a pobreza, acabar com a especialização e abolir o dinheiro, Marx não fornecia detalhes sobre como uma futura sociedade socialista iria ser estruturada ou como ela iria funcionar.

Até mesmo os economistas do século XIX - na Inglaterra, América e na Europa Ocidental - que eram supostamente defensores do capitalismo, não defendiam o capitalismo efetivamente porque não o entendiam. Eles chegaram a acreditar que o sistema mais defensável era o que fornecer a concorrência ?pura? ou ?perfeita?. Sob a competição perfeita todas as firmas são pequenas, os produtos em cada indústria são homogêneos, os consumidores estão perfeitamente informados do que está a venda e a qual preço e todos os vendedores são o que os economistas chamam de aceitadores de preço(Eles tem de aceitar o preço do mercado, e não podem cobrar um preço maior pelos seus produtos).

Claramente, essas suposições estão em desacordo tanto com o senso comum, como com a realidade das condições dos mercados. Sob competição real, o que é o que o capitalismo nos entrega, as empresas são rivais por vendas e lucros. Essa rivalidade leva elas a inovar no design e nas melhorias do produto, a introduzir tecnologias que reduzem os custos, e a usarem embalagens que deixam o produto mais atraente ou mais convenientes para o consumidor. A rivalidade desenfreada leva as companhias a oferecerem garantias de segurança para consumidores mal-informados, através de recursos como ?o seu dinheiro de volta? ou garantia nos produtos e pela construção de uma fidelidade do cliente, através de investimentos nas marcas e na reputação das companhias.

Companhias que adotaram essas técnicas de concorrência com sucesso foram aquelas que cresceram, e algumas chegaram a dominar a indústria, embora normalmente apenas por alguns anos até outras empresas encontrarem métodos superiores de se satisfazer as demandas dos consumidores. A rivalidade e a diferenciação de produtos não ocorrem sob competição perfeita, mas elas ocorrem constantemente no sistema capitalista de carne e osso.

Os líderes industriais americanos do fim do século XIX eram competidores e inovadores agressivos. Para cortar os custos e assim, ganhar uma fatia maior do mercado, Andrew Carnegie ansiosamente desmantelou o imenso investimento em fornos Bessemer e adotou o sistema de lareira aberta para fazer trilhos de aço. Na indústria de refino de petróleo, John. D Rockfeller cortou os custos ao construir o próprio sistema de oleodutos; fabricando os próprios barris; e contratando químicos para remover o cheiro ruim do petróleo cru, abundante e de baixo custo. Gustavus Swift desafiou a rede local de açougueiros existente quando ele criou instalações de linha de montagem frigorificas em Chicago e construiu a própria frota de vagões ferroviários refrigerados para entregar carne para mercados distantes por um preço baixo. Vendedores locais também foram desafiados por Sears Roebuck e Montgomery Ward, ambos sediados em Chicago, que foram os pioneiros em vendas pelos correios, na base do satisfação garantida ou seu dinheiro de volta.

Produtores de pequena escala denunciaram esses inovadores como ?barões do roubo?, acusando eles de práticas monopolísticas e apelaram ao congresso pelo abrandamento da competição implacável. Começando pelo Sherman Act(1890), o Congresso decretou leis anti-truste que foram usadas algumas vezes para evitar cortes no custo e cortes no preço, com base na aceitação da ideia de que uma economia com numerosas firmas de pequena escala é melhor do que uma domina por algumas grandes empresas, de grande eficiência, operando em todo o mercado nacional.

Apesar dessas restrições, que trabalharam de forma esporádica e imprevisível, os benefícios do capitalismo foram largamente difundidos. Luxos rapidamente se transformaram em necessidades. Primeiramente, o luxo eram roupas baratas de algodão, carne fresca e pão branco; em seguida, máquinas de costura, bicicletas, artigos esportivos e instrumentos musicais; então automóveis, máquinas de lavar, secadores de roupa e refrigeradores; depois, telefones, rádios, televisões, ar-condicionados e congeladores; e mais recentemente, Tivos¹, câmeras digitais, tocadores de DVD e celulares.

A disponibilidade destas amenidades para a maioria das pessoas não fez com que os críticos do capitalismo se retratassem ou cedessem. Em vez disso, eles engenhosamente inverteram estes ganhos. O filósofo marxista Herbert Marcuse proclamou que que o verdadeiro mal do capitalismo é a prosperidade, porque ela seduz o trabalhador para longe da sua missão histórica - a derrubar de forma revolucionária do capitalismo - fornecendo automóveis e eletrodomésticos, o que Marcuse chamou de ?ferramentas de escravidão?.² Alguns críticos rejeitam o capitalismo exaltando uma ?vida simples? e rotulando a prosperidade de ?materialismo estúpido?. Nos anos 50, críticos como John Kenneth Galbraith e Vance Packard atacaram a legitimidade das demandas dos consumidores, afirmando que se os produtos tem de ser anunciados para serem vendidos, eles não podem servir a nenhuma necessidade humana autentica.3 Eles acusaram que os consumidores sofrem lavagem cerebral pela Avenida Madison e desejam qualquer coisa que as grandes corporações produzam e propagandeiam, e reclamaram que o ?setor público? está faminto enquanto desejos privados frívolos estão sendo satisfeitos. E tendo em vista que o capitalismo reduz a pobreza ao invés de intensifica-la, críticos como Gar Alperovitz e Michael Harrington afirmaram que a igualdade é o maior valor moral, pedindo por taxas mais altas sobre a renda e herança para redistribuir massivamente a renda, não só nacionalmente como internacionalmente.4

O capitalismo não é a cura de todos os defeitos nas questões humanas e não irá erradicar todas as desigualdades, mas quem disse isso? Ele mantém a promessa do que Adam Smith chamou de ?Opulência Universal?. Aqueles que demandam algo mais do sistema provavelmente estão usando essas altas expectativas como uma forma de criticar. Por exemplo, o economista britânico Richard Layard recentemente conquistou as manchetes e algum tempo na televisão com uma revelação surpreendente: dinheiro não pode comprar a felicidade(um cliché em músicas e em sermões).5 Ele lamenta que o individualismo econômico falha para assegurar as satisfações emocionais que são essenciais a vida, incluindo laços de família, segurança financeira, um trabalho significativo, amizades e uma vida saudável. Ao invés disso, a sociedade capitalista fornece novos gadgets, aparelhos e luxos que geram inveja naqueles que não podem adquiri-los e inspira uma obsessão sem fim em garantir mais entre aqueles que já tem demais. A solução de longo prazo de Layard incluem uma restauração da religião para derrubar o secularismo que o capitalismo defende, altruísmo para obliterar o egoísmo e o comunitarismo para superar o individualismo. Ele enfatiza, no curto prazo, esforços robustos do governo para promover a felicidade ao invés de o estado minimalista/guarda-noturno que os libertários defensores do capitalismo são a favor. Ele argumenta que os impostos baixos são prejudiciais para os pobres porque não dão a receita necessária para que o governo ofereça serviços adequados aos pobres. Altos impostos não afetariam realmente os ricos, segundo ele, porque dinheiro e bens materiais estão sujeitas a reduções da utilidade marginal. Se este tipo de reivindicação soa familiar, é porque Galbraith fez as mesmas reclamações cinquenta anos atrás.

Virtualmente todos as novas críticas ao capitalismo são críticas antigas re-empacotadas como novos e deslumbrantes insights. Um exemplo é o ataque a ?globalização? (a terceirização de serviços, manufatura e empregos de montagem para o exterior, aonde os custos são menores). Ela foi condenada como uma rompedora de sindicatos, exploradora e destruidora de culturas estrangeiras, e é condenada pela redução do número de empregos no país e a diminuição da receita com impostos locais resultante dessa mudança. Reclamações idênticas foram expressadas duas gerações atrás quando os empregos começaram a escoar da sindicalizada Nova Inglaterra para as não sindicalizadas fábricas têxteis do sul, e depois para locais fora do país, como Porto Rico.

Outra ?nova? linha de ataque ao capitalismo foi lançada pelos professores de direito Cass Sunstein e Liam Murphy e os filósofos Stephen Holmes, Thomas Nagel, e Peter Singer.6 Eles lamentam que em sociedades baseadas no interesse próprio e na propriedade privada, os ricos se oponham ao aumento dos impostos, preferindo gastar o dinheiro neles próprios e em deixar heranças para os filhos. Essa tendência egoísta é leva ao empobrecimento do setor público e uma receita inadequada de impostos. Para justificar as reivindicações do governo para aumentar os impostos, esse autores reviveram um argumento - atacando a legitimidadede da propriedade privada e da herança - que era promovida pelos economistas institucionalizados durante a era do New Deal. O Governo, eles afirmam, é a última fonte de toda riqueza, e então este deveria ter o direito primordial sobre a riqueza e os lucros. ?Este dinheiro é realmente seu?? pergunta Singer, citando a avaliação do economista Herbert Simon, que afirma que um imposto de renda flat de 90% seria razoável porque os indivíduos devem a maior parte da sua renda do ?capital social? provido pela tecnologia e por proteções como as patentes e copyrigths, e pela segurança física proporcionada pela polícia, tribunais e exércitos ao invés de qualquer coisa que eles mesmos fizeram. Se os ?frutos do capitalismo? são meramente um presente do governo, isso é um argumento que prova demais. Pela mesma lógica, as pessoas poderiam ser escravizadas se elas não fossem protegidas pelo governo, então a conscrição(uma servidão por um breve período) seria totalmente inquestionável. Também seria inquestionável o confisco de terras de propriedade privada para entrega-las para novos proprietários, se as terras rendessem mais impostos - exatamente a base de uma decisão de 2005 da Suprema Corte sobre ?domínio eminente?.

Outra crítica persistente ao capitalismo - o ataque as corporações - remonta aos anos de 1930. Críticos como Ralph Nader, Mark Green, Charles Lindblom e Robert Dahl focavam os ataques nas grandes corporações, acusando-as de serem ilegitimas porque elas não obedeciam ao modelo de empresas de pequena escala, controladas pelo proprietário que Adam Smith enalteceu em 1776.7 De fato, as grandes empresas são totalmente consistentes com o capitalismo, que não implica em nenhuma configuração particular de empresas em termos de tamanho ou configuração jurídica. Elas atraem capital de milhares(as vezes, milhões) de investidores que não se conhecem e que confiam o próprio dinheiro na perícia administrativa de outras pessoas em troca de um pedaço dos lucros resultantes.

Em um livro de grande influência publicado em 1932, As empresas modernas e a Propriedade Privada, Adolf A. Berle Jr. cunhou a frase ?a divisão do átomo da propriedade? para lamentar do fato de que investimento e administração tinham se dois elementos distintos. De fato, o processo é um mero exemplo da especialização de função ou da divisão do trabalho que ocorre tantas vezes no capitalismo. Longe de ser um abuso ou defeito, grandes corporações são um depoimento eloquente da habilidade dos indivíduos de empenhar em larga-escala, cooperação de longo alcance para o beneficio e enriquecimento deles.

Como observado anteriormente, as liberdades de investir, de decidir o que produzir e de decidir o quanto cobrar sempre foram restritas. Uma economia totalmente livre, com um verdadeiro laissez-faire, nunca existiu, mas a autoridade do governo sobre as atividades econômicas cresceu nitidamente desde o século XVIII, e especialmente desde a grande depressão. Originalmente, as autoridades locais fixavam os preços de necessidades como o pão e a cerveja, pontes e passagens de balsa, ou os preços das estalagens e dos moinhos. No fim do século XIX, os governos determinavam as tarifas dos fretes ferroviários e os preços cobrados pelos operadores dos elevadores de grãos, pois estes negócios tinham se tornado ?afetados com uma finalidade pública?. Por volta de 1930, o mesmo critério foi usado para justificar o controle de preços no leite, gelo e tickets de teatro. Uma boa notícia é que, contudo, é que uma inundação de desregulamentação no fim dos anos 70 e nos anos 80, eliminaram o controle de preços sobre as passagens aéreas, fretes de caminhão e ferrovia, gás natural, petróleo e alguns preços nas telecomunicações.

Simultaneamente, do século XVIII em diante, o governo começou a ter um papel intervencionista mais ativo em oferecer benefícios a negócios, como isenção de impostos, recompensas ou subsídios para a produção de algumas culturas agrícolas e proteção tarifária afim de que empresas nacionais usassem o capital para produzir bens que, de outra maneira, teriam de ser importados. Favores especiais foram arraigados e são difíceis de serem revogados porque aqueles que recebem os benefícios estão organizados, enquanto os consumidores, que carregam o fardo de preços mais altos, não estão.

Uma vez garantidos da competição estrangeira graças as barreiras ao livre comércio, alguns produtores americanos - siderúrgicas e fábricas de carro, por exemplo - estagnaram. Eles falharam em adotar novas tecnologias ou em cortar custos até rivais de outros países - principalmente os japoneses -, adotando o sistema baixo custo, baixo preço, desafiarem estes setores pelos seus clientes. As empresas americanas responderam inicialmente pedindo novos favores ao congresso -  aumento de impostos, cotas de importação e garantias de empréstimos - e implorando aos consumidores para ?comprem produtos americanos? e assim garantirem os empregos no país. lentamente, mas inevitavelmente, essas empresas começaram o caro processo de recuperar o atraso em relação as companhias estrangeiras, para que eles pudessem recapturar os clientes do país.

Hoje, os Estados Unidos, que já foram uma citadela do capitalismo, é uma ?economia mista?, na qual o governo faz favores e impõe restrições sem nenhum princípio claro ou consistente em mente. À medida que os países que eram comunistas do leste da Europa lutam para adotar as ideias e instituições do livre mercado, eles podem aprender da experiência americana(e britânica) não somente os benefícios que fluíram do individualismo econômico, mas também do fardo de regulações que se tornaram impossíveis de serem revogadas e barreiras para o comércio que foram desfeitas com grande dificuldade. Se a história do capitalismo prova uma coisa, esta é que o processo de competição não para nas fronteiras nacionais. Enquanto indivíduos em qualquer lugar percebem um potencial para lucros, eles vão acumular o capital, produzir o produto e contornar as barreiras políticas e culturais que interferem com o objetivo deles.

Sobre o autor

Robert Hessen, é um especialista em negócios e em história econômica e é um pesquisador sênior na Hoover Institution, da Stanford University

Notas

1 ? TiVo é uma marca popular de gravador de vídeo digital (DVR - Digital Video Recorder), que pode também ser chamado de gravador de vídeo pessoal (PVR - Personal Video Recorder). Trata-se de um aparelho de vídeo que permite aos usuários capturar a programação televisiva para armazenamento em disco rígido (HD), para visualização posterior.(Retirado da Wikipedia PT)

2 - Herbert Marcuse, ?Repressive Tolerance,? in Robert Paul Wolff, Barrington Moore Jr., and Marcuse, A Critique of Pure Tolerance(Boston: Beacon Press, 1969).

3 - John Kenneth Galbraith, The Affluent Society (Boston: Houghton Mifflin, 1958); Vance Packard, The Hidden Persuaders New York: D. McKay, 1957).

4 - Gar Alperovitz, ?Notes Toward a Pluralist Commonwealth,? in Staughton Lynd and Alperovitz, Strategy and Program: Two Essays Toward a New American Socialism (Boston: Beacon Press, 1971); Michael Harrington, Socialism Past and Future (Boston: Little, Brown, 1989).

5 - Richard Layard, Happiness: Lessons from a New Science (New York: Penguin Press, 2005).

6 - Stephen Holmes and Cass Sunstein, The Cost of Rights (New York: Norton, 1999); Liam Murphy and Thomas Nagel, The Myth of Ownership (New York: Oxford University Press, 2002); Peter Singer,The President of Good and Evil (New York: Dutton, 2004).

7 - Ralph Nader and Mark Green, Taming the Giant Corporation (New York: Norton, 1976); Charles Lindblom, Politics and Markets (New York: Basic Books, 1977); Robert Dahl, A Preface to Economic Democracy (Berkeley: University of California Press, 1985).

Tradução de Daniel Coutinho.


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